quarta-feira, 26 de abril de 2017

Jornada Universitária debateu luta do campo em semana de atividades (ed. 22/4/2017)

Descrição para cegos: foto de Juliano Koch olhando para a câmera. Ele está de pé diante de uma fotografia do campus da UFPB. Veste uma camisa onde se lê "La Via Campesina" em torno de uma imagem de quatro trabalhadores rurais. 

Movimentos sociais de luta pela terra organizaram uma jornada de atividades para compor o calendário do mês de abril. Trata-se da IV Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária, que teve como tema Luta pela Terra e Resistência aos Golpes:100 Anos da Revolução Russa. O evento aconteceu na semana passada, de segunda a quarta-feira. Constou de debates, rodas de conversas, oficinas e exibição de filmes. Durante o evento, foi realizada uma exposição fotográfica sobre a memória da luta, preparada pela terceira turma de graduação em História do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária, o Pronera. A jornada foi organizada pelo Movimento dos Pequenos Agricultores, Movimento dos Atingidos por Barragens, Levante Popular da Juventude, Comissão Pastoral da Terra, Associação dos Geógrafos Brasileiros, Centro de Estudos Geografia do Trabalho, Núcleo de Extensão Popular Flor de Mandacaru, Movimento Cordel e Aduf-PB. A repórter Lylyanne Braz entrevistou Juliano Koch, aluno de Pedagogia da Educação do Campo da UFPB, militante do Levante Popular e integrante da organização do evento.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Militantes discutiram consequências da conjuntura política para o trabalho no campo (ed. 22/4/2017)

Descrição para cegos: foto do professor Jonas Duarte sorrindo.

O primeiro dia da IV Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária reuniu quilombolas, índios, agricultores, professores e estudantes. A mesa Conjuntura Política e Organizações da Via Campesina destacou as repercussões das políticas do Governo Temer, ressaltando a importância dos movimentos sociais na resistência da luta pela terra. Para a discussão foram convidados dirigentes do Movimento dos Atingidos por Barragens, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, Movimento dos Pequenos Agricultores, Comissão Pastoral da Terra, quilombolas e os professores Jonas Duarte, membro da Comissão Nacional do Pronera, e Marcelo Sitcovsky, presidente da Aduf-PB. Mais informações com a repórter Rebeca Neto.

Mesa redonda denunciou desmonte das políticas públicas da reforma agrária (ed. 22/4/2017)

Descrição para cegos: foto da professora Ana Paula Romão olhando para a câmera.

No último dia 18, a IV Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária discutiu as políticas públicas no campo. O debate intitulado O desmonte das políticas públicas de Reforma Agrária tratou da situação do campo na atual conjuntura do Brasil. A mesa foi formada pelas professoras Ana Paula Romão, do Departamento de Habilitação Pedagógica; Emilia de Rodat, do Departamento de Geociências, e representantes do Movimento dos Sem Terra. Ana Paula integra o corpo docente do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária, o Pronera, na UFPB. Ela, que também participou da Comissão Camponesa da Verdade, conversou com a repórter Marisa Rocha.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Aulão na UFPB discutiu prejuízos causados pelo uso de agrotóxicos (ed. 22/4/2017)

Descrição para cegos: foto de Pablo Melquisedeque olhando para a câmera. Ele tem uma mochila nas costas e, atrás dele, estão algumas pessoas conversando e algumas frutas sobre uma mesa, no vão coberto do Centro de Vivências do Campus I da UFPB. 

O evento foi realizado no Centro de Vivências da UFPB, dentro da programação da IV Jornada Universitária em defesa da Reforma Agrária. Na aula, o público pode entender como a agroecologia pode ser utilizada para substituir o uso de agrotóxicos. De acordo com o pesquisador Pablo Melquisedeque, o Brasil é o país que mais consome agrotóxicos no mundo. Ele afirmou que 64% do alimento que levamos à mesa está contaminado. Segundo o palestrante, a prática da agricultura de forma ecológica pode modificar essa realidade e precisa ser incentivada por políticas públicas. O repórter Jadson Falcão conversou com Pablo sobre o evento e o assunto abordado. Ele é doutorando no Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFPB e pesquisador das redes agroecológicas na Paraíba, no Nordeste e no Brasil.

Mesa redonda discutiu crise migratória na União Europeia (ed. 22/4/2017)

Descrição para cegos: foto mostra, da esquerda para a direita, Maritza Ferreti, Newton Lima e Giuseppe Tosi sentados à mesa do debate. Maritza  fala ao microfone.

Teve como tema Cosmopolitismo e direitos humanos no contexto da crise migratória. Aconteceu na última terça-feira, reunindo os professores Giuseppe Tosi, do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos; Newton Lima, do Departamento de Ciências Jurídicas; e Maritza Ferreti Farena, ativista da Pastoral do Migrante. O debate foi realizado em duas etapas. No primeiro momento foi apresentada a base teórica fundamentada na teoria de Kant sobre a proteção do indivíduo. Após isso, foi exposta a realidade sobre o processo de imigração atual. Mais detalhes com a repórter Fernanda Barreto.

domingo, 23 de abril de 2017

Crianças foram as maiores vítimas da crise de 2008 na Espanha (ed. 22/4/2017)

Descrição para cegos: foto da professora Antonia Pirconnel falando em um microfone, tendo um notebook aberto diante de si.

Segundo a professora Antonia Pirconnel Lucas, da Universidade de Salamanca, o governo espanhol priorizou a reestruturação da economia. Por outro lado, as políticas públicas de assistência aos mais vulneráveis foram negligenciadas. A situação se agravou com a chegada de refugiados de regiões em conflito armado à Europa, aumentando a demanda por ações assistenciais. Mais informações com a repórter Nayla Georgia, que entrevistou a professora para o Espaço Experimental.

Quadrinista faz humor satirizando personagens da cultura de massa (ed. 22/4/2017)

Descrição para cegos: foto de Caio Oliveira olhando para a câmera enquanto faz o sinal de positivo, com o polegar erguido. Atrás dele há uma estante com revistas de quadrinhos em exposição.

Nascido no Piauí, Caio Oliveira sempre esteve ligado ao mundo das histórias em quadrinhos. Trabalhar na área era a aspiração do jovem que começou a conviver com essa linguagem antes mesmo de aprender a ler. Hoje ele tem uma parceria com seu irmão, através da qual dividem as etapas da produção independente de HQs. Caio é famoso por seu roteiro cômico, como na série Marvel All Hipsters, em que ele dá um novo estilo a conhecidos heróis. A repórter Bruna Cairo entrevistou Caio Oliveira na Comic Con Experience Tour Nordeste, que aconteceu este mês em Recife.

Artista plástico pernambucano valoriza pele negra em exposição (ed. 22/4/2017)

Descrição para cegos: foto de Jefferson Batista trabalhando em uma mesa, sobre a qual estão dois copos com lápis de várias cores e três paletas de aquarela. A parede à qual a mesa é ligada, é revestida com um padrão feito de losangos formados por triângulos multicoloridos.

Intitulada Filhos da Terra, a mostra do artista plástico pernambucano Jefferson Batista integra a Expo Grito, que foi aberta durante o Grito Rock, evento de música e outras artes realizado no dia 1º deste mês pelo movimento Fora do Eixo. A exposição de Jefferson permanece até o final do mês no Centro Cultural Espaço Mundo, centro histórico de João Pessoa. Mais detalhes com a repórter Vanessa Mousinho.

sábado, 22 de abril de 2017

Evento que resgata a tradição do Cavalo Marinho acontece neste sábado (ed. 22/4/2017)

Descrição para cegos: foto de Ângela Gaeta sorrindo. Atrás dela há uma janela através da qual se divisa duas pessoas um pouco afastadas..

A II Sambada de Cavalo Marinho é organizada pelo Coletivo Maracastelo e ocorrerá em frente à Associação de Moradores do Castelo Branco. O encontro está marcado para as 20 horas de hoje e busca resgatar a cultura dos folguedos, que são festas populares com origem religiosa ou folclórica. O Cavalo Marinho é um folguedo popular oriundo da Zona da Mata da Paraíba e de Pernambuco. Mistura de música, dança, poesia e teatro, o folguedo conta com dezenas de personagens. O enredo é vivido nas sociedades canavieiras e trata da relação patrão-empregado. Ângela Gaeta é diretora do Coletivo Maracastelo. Ela foi entrevistada pelo repórter Amaury Barros para o Espaço Experimental.



sábado, 15 de abril de 2017

Maciel Melo - poeta e cantador – I (ed. 15/4/2017)

Descrição para cegos: foto de Maciel Melo segurando o braço de um violão que repousa sobre o ombro. Ele está sorrindo para a câmera e, com a mão esquerda, apoia-se em um tronco de árvore cortado. 

Reconhecido como um dos responsáveis pela renovação do forró, Maciel Melo é uma das unanimidades da música brasileira, respeitado como compositor e intérprete. O Espaço Experimental desta semana foi especial, inteiramente dedicado a uma entrevista com o artista, produzida por Beatriz Lauria, Bruna Cairo e Marcelo Piancó.

Maciel Melo - poeta e cantador – II (ed. 15/4/2017)

Descrição para cegos: foto de Maciel Melo no estúdio, falando ao microfone. Ele tem o braço esquerdo levantado com o qual gesticula.

Reconhecido como um dos responsáveis pela renovação do forró, Maciel Melo é uma das unanimidades da música brasileira, respeitado como compositor e intérprete. O Espaço Experimental desta semana foi especial, inteiramente dedicado a uma entrevista com o artista, produzida por Beatriz Lauria, Bruna Cairo e Marcelo Piancó.

Maciel Melo - poeta e cantador – III (ed. 15/4/2017)

Descrição para cegos: foto de Maciel Melo no estúdio. Sentado à mesa tendo o microfone diante de si, ele está voltado para a esquerda sorrindo para câmera. Na mão esquerda ele segura uma garrafa de água mineral.

Reconhecido como um dos responsáveis pela renovação do forró, Maciel Melo é uma das unanimidades da música brasileira, respeitado como compositor e intérprete. O Espaço Experimental desta semana foi especial, inteiramente dedicado a uma entrevista com o artista, produzida por Beatriz Lauria, Bruna Cairo e Marcelo Piancó.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Seminário reuniu mulheres para discutir violência e preconceito na UFPB (ed. 8/4/2017)

Descrição para cegos: foto da reunião do GT de Diversidade Étnica. Mostra uma sala de aula com mais de uma dezena de mulheres dispostas em um círculo.

O seminário Mulheres e Universidade: por uma política institucional de combate às opressões realizado no dia 1º deste mês reuniu professoras, alunas, funcionárias e técnicas terceirizadas no Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes. As participantes se organizaram em grupos de trabalho com os temas diversidade étnica, segurança e violência, participação e representação feminina nas instâncias universitárias, diversidade sexual e assistência estudantil. Mais informações com a repórter Elizabeth Souza.

domingo, 9 de abril de 2017

Peça teatral aborda o racismo resgatando conto sobre a escravidão (ed. 8/4/2017)

Descrição para cegos: foto da atriz Sara Antunes em uma cena da peça. Ela está sentada no chão olhando para a câmera que a fotografa de cima. Tem nas mãos um utensílio de formato circular feito com palha trançada, conhecido como arupemba, e uma mandioca que parece ralar para produzir farinha. Atrás dela, há outra arupemba com grãos diversos.

Negrinha é um monólogo baseado no conto homônimo de Monteiro Lobato. A peça é de autoria do diretor Luiz Fernando Marques e da atriz Sara Antunes, de São Paulo. O espetáculo foi concebido em 2007. Dez anos depois, foi remontado e, em turnê pelo Nordeste, foi apresentado no dia primeiro no Centro Cultural Piollin. Mais informações com a repórter Lívia Costa.

Biografia retrata todas as facetas do intelectual Pedro Américo (ed. 8/4/2017)

Descrição para cegos: foto do professor Lúcio Flávio olhando para a câmera. Atrás dele, há vários livros em uma estante.

Conhecido como pintor do nacionalismo romântico, o paraibano foi também cientista e filósofo. O professor Lúcio Flávio Vasconcelos, do Departamento de História da UFPB, revisita essa figura histórica em seu livro Pedro Américo: as cores do Brasil Imperial. Essa biografia é um resgate da identidade do artista como expoente intelectual. Mais informações com a repórter Lívia Costa.

sábado, 8 de abril de 2017

A transposição do Rio São Francisco – I (ed. 8/4/2017)

Descrição para cegos: foto do professor Francisco Sarmento no estúdio, falando ao microfone.

Ex-secretário de Recursos Hídricos do estado da Paraíba e professor do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental da UFPB, Francisco Sarmento tem estreito envolvimento com a transposição do Rio São Francisco para o semiárido do Nordeste Setentrional. Ele assessorou a vice-presidência da República no mandato do presidente Lula quando José Alencar realizou audiências públicas pelo Brasil para discutir o projeto. O professor Francisco Sarmento foi entrevistado pelo Espaço Experimental deste sábado sobre a transposição, com destaque para um recente levantamento que fez ao longo das obras dos canais que trazem água para a Paraíba. A produção foi de Cibelle Torres, Marisa Rocha e Rebeca Neto.

A transposição do Rio São Francisco – II (ed. 8/4/2017)

Descrição para cegos: foto do professor Francisco Sarmento no estúdio, falando ao microfone.

Ex-secretário de Recursos Hídricos do estado da Paraíba e professor do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental da UFPB, Francisco Sarmento tem estreito envolvimento com a transposição do Rio São Francisco para o semiárido do Nordeste Setentrional. Ele assessorou a vice-presidência da República no mandato do presidente Lula quando José Alencar realizou audiências públicas pelo Brasil para discutir o projeto. O professor Francisco Sarmento foi entrevistado pelo Espaço Experimental deste sábado sobre a transposição, com destaque para um recente levantamento que fez ao longo das obras dos canais que trazem água para a Paraíba. A produção foi de Cibelle Torres, Marisa Rocha e Rebeca Neto.

domingo, 2 de abril de 2017

Livro avalia eficácia da transferência de renda pelo Bolsa Família (ed. de 1/4/2017)

Descrição para cegos: foto da professora Fátima Leite Gomes lendo um livro.

A obra O Programa de Transferência de Renda Bolsa Família: A Face do Consenso é a tese de doutorado da professora Maria de Fátima Leite Gomes que analisou o programa nos oito anos de mandato do presidente Lula. A pesquisadora constatou que o Bolsa Família alavancou o crescimento econômico do país e beneficiou o empresariado. O livro foi lançado neste ano, no Brasil e em outros países da América do Sul. Fátima Gomes doutorou-se em Políticas Públicas pela Universidade Federal de Pernambuco e é professora no curso de Serviço Social da UFPB. Mais detalhes com o repórter Cisco Nobre.

Escola Sem Partido foi tema de aula pública no Centro de Educação (ed. de 1/4/2017)

Descrição para cegos: foto do professor Swamy Soares segurando um microfone no qual está falando. Atrás dele aparecem algumas colunas do espaço que abriga a praça do Centro de Educação.

A iniciativa foi de alunos de vários cursos de licenciatura em parceria com o Movimento Escola Sem Mordaça. Objetivou discutir as consequências para a educação na hipótese da aprovação do projeto de lei Escola Sem Partido. Foram convidados as professoras Ana Elvira Steinbach e Lúcia Guerra, o professor Roberto Rondon, a vereadora Sandra Marrocos, do PSB, e o vice-diretor do Centro de Educação, Swamy Soares. O evento também foi uma reação a uma iniciativa da vereadora Elisa Virgínia, do PSDB. Recentemente ela apresentou projeto semelhante ao Escola Sem Partido para ser adotado nas escolas da rede municipal de ensino. A aula pública aconteceu na praça do Centro de Educação da UFPB, na última segunda-feira. A repórter Bruna Cairo entrevistou Swamy Soares para o Espaço Experimental.

Festival Grito Rock teve 13 horas de atrações musicais no centro histórico (ed. de 1/4/2017)

Descrição para cegos: foto de Ryan Lins sorrindo para a câmera.

A décima edição do Grito Rock aconteceu ontem e teve mais de 30 atrações musicais. O festival também contou com duas oficinas, uma de defesa pessoal para mulheres e outra de compostagem para pequenos ambientes. Além disso, a programação contou com uma exposição de artes plásticas - a Expo Grito - food park, feira cultural e iniciativas ecológicas. Todas as atividades foram concentradas na Praça Antenor Navarro. Antes do evento, a repórter Bruna Cairo conversou com o organizador da edição pessoense do Grito Rock, Rayan Lins, para o Espaço Experimental.

sábado, 1 de abril de 2017

Pós-verdade – I (ed. de 1/4/2017)

Descrição para cegos: foto do professor Ângelo Pessoa no estúdio, falando ao microfone.

No Dia da Mentira, o Espaço Experimental convocou um historiador e um estudioso da mídia para abordarem, da perspectiva de suas formações, a pós-verdade. Esse fenômeno vem ganhando realce devido à forma que os fatos estão sendo abordados na imprensa e repercutidos nas redes sociais. Foram nossos convidados os professores da UFPB Ângelo Pessoa, do Departamento de História, e Ramon Nascimento, do Departamento de Jornalismo. A produção foi de Cibelle Torres, Marisa Rocha e Rebeca Neto.

Pós-verdade – II (ed. de 1/4/2017)

Descrição para cegos: foto do professor Ramon Nascimento no estúdio, falando ao microfone, tendo, diante de si, um notebook aberto.

No Dia da Mentira, o Espaço Experimental convocou um historiador e um estudioso da mídia para abordarem, da perspectiva de suas formações, a pós-verdade. Esse fenômeno vem ganhando realce devido à forma que os fatos estão sendo abordados na imprensa e repercutidos nas redes sociais. Foram nossos convidados os professores da UFPB Ângelo Pessoa, do Departamento de História, e Ramon Nascimento, do Departamento de Jornalismo. A produção foi de Cibelle Torres, Marisa Rocha e Rebeca Neto.

terça-feira, 28 de março de 2017

Ex-presos políticos lançam livro escrito na prisão denunciando a ditadura (ed. 25/3/2017)

Descrição para cegos: foto de Aton Fon olhando para a câmera. Atrás dele há cadeiras de um auditório e algumas pessoas conversando.

A Repressão Militar-Policial no Brasil – O livro chamado João foi gerado nos anos 1970, enquanto os autores eram presos políticos da ditadura. O livro teve autoria coletiva de nove militantes, dentre os quais Aton Fon e Manoel Cyrillo, que, na última terça-feira, foram à UFPB para lançá-lo. Para Aton Fon, o livro é uma prova histórica da repressão, mas, também, de resistência. Mais informações com a repórter Rebeca Neto.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Professora lança livro sobre a implantação da diocese da Paraíba (ed. 25/3/2017)

Descrição para cegos: foto da professora Lúcia Guerra sorrindo para a câmera. Atrás dela vê-se um poste em uma calçada  e um trecho de praia.

No seu doutorado em História Social, professora Lúcia Guerra estudou o processo de mudanças e reformas vividas pela igreja a partir do fim do século XIX. Essas reformas surgiram da necessidade do Vaticano de retomar o controle de suas igrejas em diversos países do mundo. Para a pesquisa que resultou no livro Igreja e Romanização: a implantação da Diocese da Paraíba (1894/1910), a professora executou um projeto que resultou na organização do arquivo da Arquidiocese paraibana, trabalho que envolveu a recuperação, restauração, desinfestação e higienização de documentos. Mais detalhes com o repórter William Veras.

domingo, 26 de março de 2017

Manual orienta detentos para o processo de reintegração à sociedade (ed. 25/3/2017)

Descrição para cegos: foto da professora Carmen Gaudêncio sorrindo para a câmera.

A responsável pela organização da obra, Carmen Amorim Gaudêncio, é docente do Departamento de Psicologia da Universidade Federal da Paraíba. Ela foi a coordenadora do programa de extensão Capacitação Biopsicossocial do Reeducando em Processo de Ressocialização. No biênio 2015-2016 o programa realizou atividades educativas e de promoção da saúde física e mental de apenados. A partir dessas ações foi elaborado o Manual do Reeducando Prisional. O livro é um material prático de orientação ao preso no seu processo de ressocialização. Mais informações com a repórter Laianna Janu.

Seminário reuniu mulheres para falar sobre representatividade na literatura (ed. 25/3/2017)

Descrição para cegos: foto da professora Ana Cláudia Félix olhando para a câmera. Atrás dela, em uma parede, veem-se várias placas comemorativas de formatura de estudantes.

Com o tema Auto-representação e Representação das Mulheres na Literatura, o curso de Letras recebeu professoras e escritoras para debates. O evento aconteceu segunda e terça-feira no Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes e fez parte da programação do Mês da Mulher na UFPB. O seminário foi mediado pela professora Ana Cláudia Félix, coordenadora do projeto FaLaS de Gênero - Feminismo, Literatura e Sexualidade. Seu objetivo foi o reconhecimento da mulher como escritora e as dificuldades enfrentadas por elas ao assumirem essa função de destaque. Para isso, foi discutido o caminho percorrido pela mulher no universo machista da literatura. A repórter Fernanda Barreto entrevistou a professora Ana Cláudia para o Espaço Experimental.

Livro analisa religião e jogos de poder na Grécia antiga (ed. 25/3/2017)

Descrição para cegos: foto da professora Priscilla Gontijo com uma esferográfica na mão, tendo, sobre uma mesa, um livro aberto na folha de rosto, preparando-se para autografá-lo. Atrás, um pouco à sua esquerda, vê-se um banner do qual se destaca a capa do livro, que tem a imagem da escultura do busto de Demóstenes em destaque, com o título da obra abaixo.

Na obra Religião e Jogos de Poder professora Priscilla Gontijo utiliza os discursos forenses como fontes históricas e analisa como eram as rivalidades políticas entre os gregos antigos. Exemplo disso é o discurso de Demóstenes contra Mídias. Neste discurso Demóstenes acusa Mídias de agressão durante as festas dionisíacas. Segundo a professora, ao analisar a utilização de elementos religiosos na disputa, nota-se que Demóstenes busca atrair a simpatia do ouvinte. O repórter Marcelo Piancó entrevistou Priscilla Gontijo para o Espaço Experimental. Ela é Investigadora do Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da Universidade de Coimbra, onde se doutorou em Mundo Antigo, e professora do Departamento de História da UFPB.

sábado, 25 de março de 2017

Violoncelista incorpora formação erudita para fazer música popular (ed. 25/3/2017)

Descrição para cegos: foto de Tom Drummond sentado, olhando para a frente. Atrás dele veem-se algumas carteiras de sala de uma aula.

Integrante da Orquestra Sinfônica da UFPB, Tom Drummond é bacharel em violoncelo e cursa composição na universidade. Natural de Manaus, o músico residiu em Fortaleza e mudou-se para a Paraíba por ser um dos centros sinfônicos nacionais. Hoje ele tem seis discos lançados, todos na área de música popular. O último é Andarilho, que reúne 11 composições suas. Aos 29 anos, ele revela desinteresse em estar na mídia tradicional e quer seguir compondo com discrição. O repórter Cisco Nobre traz mais detalhes sobre Tom Drummond.

segunda-feira, 20 de março de 2017

Gargalos na conexão entre bairros da Zona Sul prejudicam mobilidade (ed. 18/3/2017)

Descrição para cegos: foto do professor Alexandre Castro olhando para a câmera. Atrás dele vê-se parcialmente um telão com alguns logotipos.

O Laboratório do Ambiente Urbano e Edificado da UFPB realizou uma análise da acessibilidade e mobilidade na periferia sul de João Pessoa. O estudo envolveu os bairros Muçumagro, Valentina de Figueiredo, Gramame, Barra de Gramame, Paratibe e Planalto da Boa Esperança. Com o auxílio de mapas e outras ferramentas, os pesquisadores coletaram e analisaram dados sobre o transporte público na região. Os resultados da pesquisa confirmaram a existência de deficiência de conexão entre esses bairros e com outras áreas da cidade. O professor Alexandre Castro, um dos integrantes da equipe de pesquisa, conversou com a repórter Cibelle Torres sobre essas deficiências.

domingo, 19 de março de 2017

Evento na UFPB discutiu espaço da mulher nas áreas tecnológicas (ed. 18/3/2017)

Descrição para cegos: foto da professora Josilene Aires olhando para a câmera. Ela veste uma blusa na qual se vê escrito "Mulher tech sim senhor".

A palestra foi realizada no último dia 10, no Centro de Informática da UFPB. No evento, o público pode conhecer experiências e entender a responsabilidade da sociedade quanto ao papel instituído às mulheres. De acordo com a professora Josilene Aires, as profissões tecnológicas continuam sendo vistas como exclusividade masculina. Segundo a organizadora, a palestra teve o objetivo de mostrar que as mulheres, no entanto, já estão ocupando esse espaço. O repórter Jadson Falcão conversou com Josilene Aires sobre o assunto. Ela é professora do Centro de Informática da UFPB, doutora em Redes de Computadores e coordenadora do projeto Meninas na Computação.

Especialista em previdência alerta para riscos a direitos dos trabalhadores (ed. 18/3/2017)

Descrição para cegos: foto da professora Maria Lúcia Lopes ligeiramente de perfil. Atrás dela veem-se dois cartazes, sendo possível ler, em um deles, as palavras "Serviço Social".

No último dia 10 a Aduf-PB realizou na Universidade Federal da Paraíba uma palestra sobre as reformas trabalhista e da previdência. A atividade deu prosseguimento ao projeto Realidade Brasileira e Universidade. A professora e pesquisadora Maria Lúcia Lopes, da Universidade de Brasília, foi a convidada para expor o assunto. Lúcia é integrante do quadro docente do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da UNB. Atua e tem publicações na área de previdência social, seguridade social e trabalho. Na palestra a pesquisadora alertou sobre as privações de direitos que a PEC 287 impõe e os retrocessos que irão afetar os trabalhadores caso seja aprovada. O repórter João Paulo Martins entrevistou Maria Lúcia para o Espaço Experimental.

Feminista negra é tema de exposição na UFPB (ed. 18/3/2017)

Descrição para cegos: foto mostra parte da exposição, vendo-se uma sequência de banners alusivos Lélia Gonzalez enfileirados em um dos espaços da Biblioteca Central do Campus I. No primeiro, é possível ver nítida uma foto em alto contraste da homenageada, falando e gesticulando com a mão esquerda à altura da cabeça.

A mostra Lélia Gonzalez, o Feminismo Negro no Palco da História está aberta para visitação nos campi de João Pessoa (Biblioteca Central) e do Litoral Norte. Conta a história da renomada militante feminista e antirracista que se tornou referência para o feminismo negro. A exposição foi preparada em 2014 pela Rede de Desenvolvimento Humano e, desde então, percorre o país com apoio da Fundação Banco do Brasil. A sua vinda para a Universidade Federal da Paraíba foi iniciativa do Núcleo de Estudos e Pesquisas Afro-brasileiros e Indígenas e da Bamidelê - Organização de Mulheres Negras da Paraíba. Mais detalhes com a repórter Laianna Janu.

sábado, 18 de março de 2017

Uma delegacia contra a homofobia – I (ed. 18/3/2017)

Descrição para cegos:foto do delegado Marcelo Falcone no estúdio, falando ao microfone.

Desde 2009, funciona em João Pessoa uma Delegacia de Repressão a Crimes Homofóbicos. Para falarem sobre isso, o Espaço Experimental recebeu o responsável por ela, o delegado Marcelo Falcone, e o historiador e professor Fernando Luiz Araújo, do Mel (Movimento do Espírito Lilás), entidade de militância LGBT. A produção foi de Elizabeth Souza, Jadson Falcão e Thaíse Lourenzo.


Uma delegacia contra a homofobia – II (ed. 18/3/2017)

Descrição para cegos: foto do professora Fernando Araújo no estúdio, falando ao microfone.

Desde 2009, funciona em João Pessoa uma Delegacia de Repressão a Crimes Homofóbicos. Para falarem sobre isso, o Espaço Experimental recebeu o responsável por ela, o delegado Marcelo Falcone, e o historiador e professor Fernando Luiz Araújo, do Mel (Movimento do Espírito Lilás), entidade de militância LGBT. A produção foi de Elizabeth Souza, Jadson Falcão e Thaíse Lourenzo.

segunda-feira, 13 de março de 2017

Mulheres na Ciência recebeu Cristina Crispim para falar sobre Limnologia (ed. 11/3/2017)

Descrição para cegos: foto mostra a professora Cristina Crispim de pé, diante de uma tela onde é projetada uma imagem referente aos estudos de limnologia. Em primeiro plano da foto, aparece uma aluna sentada em uma carteira  com o cotovelo repousando sobre alguns livros, mão no rosto, atenta à palestra.

Na sua palestra, a professora destacou o papel de Takako Watanabe, que trouxe a Limnologia para a Paraíba, abrindo novo campo de estudo na UFPB. Assim, a universidade passou a pesquisar reações funcionais e produtividade de comunidades bióticas de rios, lagos e outros corpos de água doce. Além de promover a produção científica, os eventos organizados pelo projeto Mulheres na Ciência têm o diferencial de destacar a pesquisa realizada por mulheres. Mais informações com a repórter Cibelle Torres.

Livro aborda projeto voltado ao atendimento psicológico emergencial (ed. 11/3/2017)

Descrição para cegos: foto da professora Sandra Souza, sentada, lendo um livro.

Intitulado Plantão Psicológico: Ressignificando o Humano na Experiência da Escuta e Acolhimento, o livro contém uma seleção de relatos e resultados de um projeto de extensão. O projeto, que surgiu em 2011, é coordenado pela professora Sandra Souza. Após passar por escolas públicas e pelo Hospital Universitário Lauro Wanderley, atualmente está concentrado na Clínica de Psicologia da UFPB. O repórter Joanderson Almeida conversou com Sandra Souza, professora do Departamento de Psicologia da UFPB e Coordenadora da Clínica de Psicologia. Ela é uma das responsáveis pela organização do livro, junto com Francisco Bento da Silva Filho e Liana Aparecida de Andrade Montenegro.

domingo, 12 de março de 2017

Feminismo negro lutou por afirmação política no 8 de Março (ed. 11/3/2017)

Descrição para cegos: foto de Terlúcia Silva segurando uma faixa onde se vê escrito, em letras grandes: "Parem de nos matar!", Em seguida, em letras menores e entre parênteses, lê-se "Paraíba em marcha". Ela está de pé, no espaço do Ponto de Cem Réis, vendo-se, ao fundo, integrantes da marcha do 8 de março portando faixas e cartazes.

Os movimentos feministas negros de João Pessoa reforçaram a resistência em torno da figura da mulher negra no Dia Internacional da Mulher. Segundo Terlúcia Silva, coordenadora do Grupo Bamidelê, uma associação de mulheres negras na Paraíba, elas não tinham o que comemorar nesse dia. Apesar disso, Terlúcia reconhece a importância da data para reafirmar a luta das mulheres negras frente à onda conservadora que acontece no Brasil. Ela esteve presente na mobilização do dia 8 de Março em João Pessoa, que se concentrou no Ponto de Cem Réis, no centro da capital. Desse local, as manifestantes se dirigiram para o prédio do INSS em protesto contra a reforma da previdência. Dali, prosseguiram até a sede do Incra, marcando posição em defesa dos movimentos sociais, entre eles sem-terra e indígenas. O repórter Vitor Feitosa entrevistou Terlúcia Silva para o Espaço Experimental.

Semana do Dia Internacional da Mulher foi marcada por eventos na UFPB (ed. 11/3/2017)

Descrição para cegos: foto da professora Solange Rocha ao lado de um banner onde se lê "NEABI - Núcleo de Estudos e Pesquisas Afro-Brasileiros e Indígenas/UFPB". Solange veste uma camisa da campanha "Moren@, não. Eu sou negr@" que consiste nessas duas frases circulando o perfil de uma pessoa negra. No slogan, a letra no final das duas palavras foi substituídas pelo símbolo de arrouba (@)), recursos gráfico usado para representar todos os gêneros.

Rodas de diálogo, exibição de filmes e exposições fizeram parte da programação. A semana de eventos envolveu debates sobre o papel e a importância da luta das mulheres por uma sociedade mais igualitária. Fez parte da programação a roda de diálogo Feminismo Negro no Brasil e Campanha de identidade racial: moren@, não. Eu sou negr@! Ministrada pelas professoras Solange Rocha e Rayssa Carvalho, a roda destacou a luta das mulheres contra os retrocessos sociais. A repórter Elizabeth Souza conversou com Solange Rocha, professora do Departamento de História da UFPB, sobre o assunto.

sábado, 11 de março de 2017

GEM: da pesquisa ao ativismo – I (ed. 11/3/2017)

Descrição para cegos: foto da professora Glória Rabay no estúdio, falando ao microfone.

Em março do ano passado, foi criado o Grupo de Estudo e Pesquisa em Gênero e Mídia da UFPB. Indo além das ocupações acadêmicas, em apenas um ano o GEM tornou-se também sinônimo de ativismo, tornando-se protagonista de ações em defesa das mulheres, entre as quais a criação de uma plataforma para denúncias de casos de assédio no âmbito da Universidade Federal da Paraíba. Para o programa deste sábado, o Espaço Experimental recebeu as professoras Glória Rabay e Margarete Almeida, coordenadoras do GEM. A produção foi de Bruna Cairo, Elizabeth Souza e Jadson Falcão.

GEM: da pesquisa ao ativismo – II (ed. 11/3/2017)

Descrição para cegos: foto da professora Margarete Almeida falando ao microfone, no estúdio.

Em março do ano passado, foi criado o Grupo de Estudo e Pesquisa em Gênero e Mídia da UFPB. Indo além das ocupações acadêmicas, em apenas um ano o GEM tornou-se também sinônimo de ativismo, tornando-se protagonista de ações em defesa das mulheres, entre as quais a criação de uma plataforma para denúncias de casos de assédio no âmbito da Universidade Federal da Paraíba. Para o programa deste sábado, o Espaço Experimental recebeu as professoras Glória Rabay e Margarete Almeida, coordenadoras do GEM. A produção foi de Bruna Cairo, Elizabeth Souza e Jadson Falcão.

segunda-feira, 6 de março de 2017

Pesquisa retrata mulheres escravas da Paraíba do Norte no período imperial (ed. 4/3/2017)

Descrição para cegos: foto de Larissa Bagano segurando sua dissertação de mestrado, sorrindo para a câmera.

O estudo é intitulado Mulheres Cativas na Província da Paraíba do Norte: tráfico interno e conquista da liberdade. Nele, a mestra em História Larissa Bagano Dourado examina a situação dessas mulheres escravizadas. Segundo a pesquisadora, cerca de 84 % das cativas paraibanas foram vendidas para o Rio de Janeiro. Embora vivessem em cativeiro, essas mulheres detinham força de resistência e tentavam superar essas condições, fosse comprando a própria liberdade ou fugindo. A repórter Nayla Georgia entrevistou Larissa Bagano sobre sua pesquisa para o Espaço Experimental.

domingo, 5 de março de 2017

Pesquisadora analisa atuação de grupo de capoeira na periferia (ed. 4/3/2017)

Descrição para cegos: foto da professora Mirella Braga olhando para a câmera.

O estudo vem sendo executado com o grupo Capoeira de Angola Palmares, que tem 20 participantes e realiza suas atividades no Bairro do Roger. Segundo a professora responsável pelo projeto, Mirella Braga, a capoeira serve para o grupo como instrumento de cidadania e de resistência. De acordo com ela, a prática garante a inserção de direitos e uma maior sociabilização da comunidade. O repórter Jadson Falcão entrevistou Mirella Braga para o Espaço Experimental. Ela é professora dos Departamentos de Arquitetura e Urbanismo do Unipê, e Serviço Social da Fabex.

Pesquisa avalia substituição de materiais utilizados para asfaltamento (ed. 4/3/2017)

Descrição para cegos: foto do professor Ricardo Melo olhando para a câmera.

As rodovias da Paraíba são pavimentadas, em sua maioria, por misturas graníticas. Uma pesquisa realizada na pós-graduação de Engenharia Civil da UFPB avaliou a troca do granito por material calcário. Segundo o professor Ricardo Melo, coordenador da pesquisa, a região de João Pessoa é rica em calcário. Assim, um dos benefícios seria a redução dos custos de transporte de material. A repórter Marisa Rocha conversou com Ricardo sobre os testes e resultados da pesquisa. Ele é docente do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental da UFPB.

Audiovisual abre espaço para literatura na Língua Brasileira de Sinais (ed. 4/3/2017)

Descrição para cegos: foto da professora Janaína Peixoto sentada, olhando para sua esquerda.

Apesar de a Libras ser a língua padrão dos surdos desde o período imperial, os registros da literatura surda são poucos. As manifestações literárias aconteciam de maneira informal, como um poema recitado na comemoração de aniversários. Porém, elas não foram devidamente gravadas e arquivadas. Hoje, artistas surdos dedicam-se a criar obras em Libras que são disponibilizadas através de plataformas audiovisuais. Docentes do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da UFPB estudam a literatura em Libras e suas confluências semióticas. Uma dessas professoras é Janaína Peixoto, que foi entrevistada pela repórter Larissa Silvani.

sábado, 4 de março de 2017

Atenção básica à saúde causa mudanças na mortalidade no semiárido (ed. 4/3/2017)

Descrição para cegos: foto do professor Neir Antunes olhando para a câmera. Atrás dele vê-se um quadro branco de sala de aula com cálculos e anotações. 

No entanto, a expectativa de vida na região ainda é dez anos menor que nas metrópoles nordestinas. O que se observa é que o envelhecimento da população está influindo nos índices de mortalidade por causas básicas no semiárido. Esse fenômeno, segundo o professor Neir Antunes, do Departamento de Estatística da UFPB, é relativamente novo. É consequência da ampliação da rede de atenção básica à saúde e de programas assistenciais como o Bolsa Família. Em entrevista à repórter Rebeca Neto, o professor Neir explicou o fenômeno.



Com a cal da palavra e o cimento da melodia, artistas erguem quiosque da poesia (ed. 4/3/2017)

Descrição para cegos: foto de Bebé de Natércio sentado, levemente de perfil, falando enquanto gesticula. Ele veste uma camisa de malha onde se vê a imagem e o nome de Luiz Gonzaga.

Todo sábado é assim: diversos compositores e poetas se reúnem para mostrar que a Paraíba continua produzindo cultura da boa. Foi daí que surgiu o projeto Quiosque da Poesia. Depois de um ano, ele se consolida com o lançamento do CD Quiosque da Poesia volume 1, com músicas e poemas de autores locais. A ideia é contribuir com a cultura dando visibilidade a este tipo de manifestação cultural. O repórter Marcelo Piancó entrevistou o responsável pela produção do CD, o músico e arranjador Bebé de Natércio.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Movimentos feministas se unem para planejar manifestações no 8 de Março (ed. 25/2/2017)

Descrição para cegos: foto de Joana Darc olhando para a câmera. Ela veste uma blusa onde se vê a silhueta de três mulheres e, abaixo delas, a frase "Nenhum Direito a Menos".

Elas se organizam para elaboração de movimento de combate ao machismo e em defesa de direitos ameaçados pelas reformas do governo Temer. Marchas e paralisação de trabalho estão previstas como formas de resistência na luta do Dia Internacional da Mulher. A conjuntura política, o patriarcado e seus retrocessos são alguns dos temas que terão o foco da mobilização. Várias reuniões com vistas a essa mobilização já foram realizadas, como a plenária Vamos Juntas Construir o 8 de Março, no último dia 10. Mais informações com a repórter Elizabeth Souza.

Professor defende necessidade da audiência crítica ao telejornalismo (ed. 25/2/2017)

Descrição para cegos: foto de Alfredo Vizeu levemente de perfil, falando em um microfone.

Segundo Alfredo Vizeu, o público deve saber avaliar e criticar o jornalismo para cobrar responsabilidade de seus profissionais na difusão da informação. Coordenador da Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco, Vizeu defende a necessidade de a sociedade cobrar qualidade no jornalismo. Ele ressalta a importância dessa cobrança a fim de evitar manipulação como a que ocorreu durante a cobertura do impeachment de Dilma Roussef. Alfredo Vizeu foi entrevistado pela repórter Duda Campos para o Espaço Experimental.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Livro expõe heranças negativas deixadas pela Ditadura Militar (ed. 25/2/2017)

Descrição para cegos: foto do professor Giuseppe Tosi olhando para a câmera. 

O livro Ditaduras Militares, Estado de Exceção e Resistência Democrática na América Latina reúne textos de pesquisadores de diferentes áreas. A obra foi organizada por Giuseppe Tosi, do Departamento de Filosofia, e Lúcia Guerra, do Departamento de História. Ele integra a Coleção Direitos Humanos, do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos da Universidade. A ideia é contribuir para a compreensão de questões atuais a partir das práticas negativas que compõem o histórico dos regimes autoritários. A repórter Cibelle Torres entrevistou Giuseppe Tosi sobre o processo de elaboração e a importância do livro.

Professora analisa em livro produção recente do cinema brasileiro (ed. 25/2/2017)

Descrição para cegos: foto da professora Genilda Azeredo sorrindo para a câmera.

Doutora em Letras, Genilda Azeredo escolheu como recorte os anos de 2001 a 2016 para analisar a produção fílmica moderna no Brasil. O livro recebe o título de Olhares Sobre o Cinema Brasileiro e foi lançado este mês durante evento no Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes. Segundo a professora, o trabalho serve para fazer os brasileiros olharem com mais respeito para as produções locais. Ele reúne textos apresentados em eventos acadêmicos tanto da área de cinema quanto de literatura. A repórter Bruna Cairo entrevistou a professora sobre a obra.