domingo, 25 de setembro de 2016

Encontro de mestres da cultura popular debateu a Pedagogia Griô (ed. 24/9/2016)

Descrição para cegos: foto da Mestra Doci diante de uma rampa, da qual se vê os corrimãos, um deles amarelo e o outro, vermelho., 
Esse encontro ocorreu durante a II Semana de Extensão em Afroeducação Maracastelo, na Escola Viva Olho do Tempo, em Gramame. Para o evento, ocorrido no sábado 17, foram reunidos mestres da cultura popular dos estados da Paraíba e de Pernambuco. Participaram a Mestra Doci, da Olho do Tempo; Vó Mera, cirandeira e mestre do coco de roda; Rainha Marivalda, do Maracatu Estrela Brilhante do Recife; Mestre Grimário, do Cavalo Marinho Boi Pintado; e Mestre Robson, da Capoeira Angola ao Pé do Baobá. O repórter Cristiano Sacramento traz mais informações.

II Encontro de Batuques da Paraíba encerrou semana de Afroeducação (ed. 24/9/2016)

Descrição para cegos: imagem mostra Vó Mera e seu grupo. Ela está no centro do palco, trajando saia, blusa e um chapéu de palha de abas largas, cantando. Segura o microfone com a mão direita enquanto levanta o braço esquerdo para o alto, para onde dirige o olhar. Atrás dela aparecem algumas integrantes do seu grupo tocando instrumentos de percussão e cantando, Mais ao fundo, equipamentos de som.

O encontro, que acontece anualmente, de forma itinerante, visa a valorização das manifestações culturais tradicionais do estado. Foi uma realização do Coletivo Maracastelo em parceria com grupos e coletivos independentes e instituições públicas. Em sua segunda edição, o Encontro de Batuques integrou e finalizou a programação da II Semana de Extensão AfroEducação Maracastelo. Doze grupos da cultura popular paraibana se apresentaram no domingo 18, juntando 275 artistas. Mais informações com o repórter Mary Jéssica.

sábado, 24 de setembro de 2016

Outsiders e estabelecidos em Manaíra – I (ed. 24/9/2016)

Descrição para cegos: foto mostra o professor Giovanni Boaes gesticulando, falando ao microfone no estúdio. Ao fundo veem-se algumas carteiras escolares e a porta.

Na edição deste sábado, o Espaço Experimental trouxe uma entrevista com o professor Giovanni Boaes, do Departamento de Ciências Sociais da UFPB. Nela foi abordada a pesquisa Encontros Desiguais, coordenada pelo docente, sobre a convivência entre os moradores dos bairros São José e Manaíra, muitas vezes em tensas situações que fazem aflorar estereótipos e preconceitos. A produção foi de Carmem Ferreira, Danilo Monteiro e Lucas Campos.

Outsiders e estabelecidos em Manaíra – II (ed. 24/9/2016)

Descrição para cegos: foto mostra o professor Giovanni Boaes no estúdio, falando ao microfone. Ao fundo veem-se algumas carteiras escolares e a porta. 

Na edição deste sábado, o Espaço Experimental trouxe uma entrevista com o professor Giovanni Boaes, do Departamento de Ciências Sociais da UFPB. Nela foi abordada a pesquisa Encontros Desiguais, coordenada pelo docente, sobre a convivência entre os moradores dos bairros São José e Manaíra, muitas vezes em tensas situações que fazem aflorar estereótipos e preconceitos. A produção foi de Carmem Ferreira, Danilo Monteiro e Lucas Campos.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Estudantes indígenas da Paraíba realizaram encontro na UFPB (ed. 17/9/2016)

Descrição para cegos: foto de manifestação ocorrida durante o Encontro. Nela, estudantes indígenas e não-indígenas dançam o Toré em um espaço do Campus de João Pessoa conhecido como Praça da Alegria. Alguns integrantes usam cocares e colares.
Movimento, ingresso e permanência foi o tema do evento que ocorreu nos dias 8 e 9 deste mês. O encontro reuniu os estudantes das etnias Tabajara e Potiguara e alunos indígenas da Bahia, assim como docentes de várias universidades. O evento teve o intuito de fortalecer a articulação para organizações dos discentes na luta pela conquista e garantia dos direitos indígenas. Foram discutidos assuntos como assistência estudantil, conjuntura política e ingresso na universidade. Para o Espaço Experimental, a repórter Juliana Souza entrevistou o coordenador do II Encontro de Estudantes Indígenas da Paraíba, Bruno Potiguara.

domingo, 18 de setembro de 2016

Mesa discutiu permanência de estudantes indígenas nas universidades (ed. 17/9/2016)

Descrição para cegos: imagem mostra Poran Potiguara diante de uma parede de tijolos aparentes. Ele usa um cocar de penas coloridas com predomínio da cor azul. As penas têm o mesmo tamanho, exceto as três do centro, um pouco maiores. Poran usa também um colar de contas negras intercaladas por dentes de cerca 5 cm que vai até seu peito, onde há um círculo tecido em fibra vegetal com motivos indígenas.

A abertura do II Encontro de Estudantes Indígenas da Paraíba abordou questões sobre as políticas de assistência estudantil. Foram avaliadas a efetividade e a necessidade de políticas específicas direcionadas aos povos indígenas. A mesa foi composta por Andressa Carvalho, estudante do Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades da Universidade Federal da Bahia; professor Antônio Novaes, pesquisador do Núcleo de Estudos e Pesquisas Afro-Brasileiros e Indígenas da UFPB, o Neabi; Jessé Potiguara, representante da Associação Universitária Potiguara; Poran Potiguara, integrante da Comissão Nacional dos Estudantes Indígenas e estudante de Engenharia Florestal na Universidade de Brasília; e Umberto Euzébio, professor do Instituto de Ciências Biológicas da UnB. A repórter Carmem Ferreira cobriu o debate para o Espaço Experimental.

Evento debateu assistência estudantil para alunos indígenas da UFPB (ed. 17/9/2016)

Descrição para cegos: imagem mostra o professor Emanuel Pereira sorrindo para a câmera em frente a uma parede de tijolos aparentes onde há uma janela.

O debate ocorreu na manhã do dia 9, visando analisar as condições dos programas de assistência estudantil da Universidade Federal da Paraíba. Na ocasião, estudantes indígenas criticaram a precariedade de acesso aos programas e reivindicaram melhorias. A mesa-redonda fez parte do II Encontro de Estudantes Indígenas da Paraíba. Ela foi composta por Jakeline Oliveira, Presidenta da Associação Universitária Potiguara; Poran Potiguara, membro da Comissão Nacional dos Estudantes Indígenas; e o professor Emanuel Pereira, doutor em Serviço Social pela PUC de São Paulo. Também participou do debate o representante da Pró-reitoria de Assistência e Promoção ao Estudante da UFPB, Antônio Luiz Gomes. Mais informações com o repórter Danilo Monteiro.

Maracastelo discutiu valorização das manifestações tradicionais da Paraíba (ed. 17/9/2016)

Descrição para cegos: imagem é composta por um quadro onde aparece uma foto de Ângela Gaeta e seu nome, sobre um fundo monocromático.

A II Semana de Extensão Afroeducação Maracastelo constou de um conjunto de atividades que dialogaram entre os saberes da tradição oral afrobrasileira e o conhecimento científico sobre o tema. Foi realizado pelo Coletivo Maracastelo em parceria com a Escola Viva Olho do Tempo, instituições públicas e ONGs. Ao longo dos quatro primeiros dias, o evento contou com mostras de áudio visual, mini-cursos, debates e contação de histórias. No sábado ocorreu uma Roda Diálogos com mestres da cultura popular na Escola Viva Olho do Tempo, em Gramame. O encerramento da semana acontece neste momento, no Parque Solon de Lucena, centro da cidade. Desde as 13 horas, está sendo realizado o II Encontro de Batuques da Paraíba. O evento conta com apresentação de 12 grupos regionais, visando a valorização das manifestações culturais tradicionais da Paraíba. A repórter Mary Jéssica conversou com a Diretora Geral do Coletivo Maracastelo, Ângela Gaeta, sobre a iniciativa.

Evento de afroeducação teve debate sobre folguedos brasileiros (ed. 17/9/2016)

Descrição para cegos: foto do professor Estevão Palitot sentado em uma cadeira de um auditório na UFPB. Em volta dele todos os assentos estão vazios, mas, no fundo da sala, veem-se muitas pessoas, sentadas e em pé.

A abertura da II Semana de Extensão Afroeducação Maracastelo reuniu educadores e especialistas em cultura popular, convidados para abordar o tema Folguedos brasileiros, educação e identidade. Fizeram parte da mesa a educadora Déa Limeira, da Escola Viva Olho do Tempo, de Gramame; José Nilton, especialista em folclorização pela Organização dos Estados Americanos; Daniela Gramani, professora do Departamento de Música da UFPB; Danilo Santos, ativista e pesquisador do movimento social negro; e Estevão Palitot, professor do Departamento de Ciências Sociais Aplicadas e Educação da UFPB. O debate ocorreu terça-feira e abordou a construção das identidades sociais a partir das tradições populares. O repórter Cristiano Sacramento entrevistou Estevão Palitot para o Espaço Experimental.

Professor da Unicamp alerta para ameaças aos direitos trabalhistas (ed. 17/9/2016)

Descrição para cegos: imagem contem foto do professor Giovani sobre um fundo azulado onde consta o nome dele. Na foto o professor está com os cotovelos apoiados sobre uma base não identificada, onde há alguns livros e papéis, e tem as mãos cruzadas sob o queixo.

Segunda e terça-feira ocorreu o mini-curso A Morfologia Social da Precarização do Trabalho no Brasil, na UFPB. Foi promovido pelo programa de Pós-Graduação em Serviço Social da universidade, em parceria com o Grupo de Estudos em Economia Política e Trabalho. O ministrante foi Giovani Alves, professor da Universidade Estadual Paulista e da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp. Mais informações com a repórter Luana Silva.

sábado, 17 de setembro de 2016

O Plades e o desenvolvimento econômico e social da Paraíba – I (ed. 17/9/2016)

Descrição para cegos: imagem mostra o professor Paulo Cavalcanti Filho no estúdio, falando ao microfone.

Em agosto, foi dado um importante passo para o desenvolvimento da Paraíba. Na ocasião, foi firmado um protocolo de intenções envolvendo as três universidades públicas aqui sediadas, o Governo do Estado e as entidades empresariais visando a elaboração de um Plano de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável para os Arranjos Produtivos Locais, o Plades. Sobre o assunto, o Espaço Experimental entrevistou o professor Paulo Cavalcanti Filho, do Departamento de Economia da UFPB e coordenador do Plades. Produção de Chrisley Wellen, Lucélia Pereira e Marcella Machado.

O Plades e o desenvolvimento econômico e social da Paraíba – II (ed. 17/9/2016)

Descrição para cegos: foto do professor Paulo Cavalcanti no estúdio, falando ao microfone.

Em agosto, foi dado um importante passo para o desenvolvimento da Paraíba. Na ocasião, foi firmado um protocolo de intenções envolvendo as três universidades públicas aqui sediadas, o Governo do Estado e as entidades empresariais visando a elaboração de um Plano de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável para os Arranjos Produtivos Locais, o Plades. Sobre o assunto, o Espaço Experimental entrevistou o professor Paulo Cavalcanti Filho, do Departamento de Economia da UFPB e coordenador do Plades. Produção de Chrisley Wellen, Lucélia Pereira e Marcella Machado.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Modelo estatístico prevê relação entre variáveis com menor grau de erro (ed. 10/9/2016)

Descrição para cegos: foto do professor Eufrásio em uma mesa de trabalho no formato de L, vendo-se à sua direita o monitor de um computador. Atrás dele há outra mesa com a cadeira vazia e uma janela. O professor tem pendurado no pescoço um crachá.

O método foi desenvolvido pelos professores Eufrásio Lima Neto e Marcelo Ferreira, do Departamento de Estatística da UFPB, e Francisco Tenório, da Universidade Federal de Pernambuco. Trata-se de uma aplicação matemática com base estatística e tem por fundamento a análise de regressão linear. Esse tipo de análise busca estabelecer uma relação entre uma variável fixa, como a renda, e uma variável que se deseja prever, como a despesa. O modelo desenvolvido pelos estudiosos, chamado Método de Regressão Robusta KRR, consegue captar essa relação com menor grau de erro. O repórter Danilo Monteiro conversou com Eufrásio Lima Neto, que deu mais detalhes sobre a pesquisa.


segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Estudo analisa representações semióticas da matemática (ed. 10/9/2016)

Descrição para cegos: foto mostra a professora Maria Alves sorrindo. Atrás dela aparecem prateleiras com livros e material encadernado. 
A pesquisa recebe o título As representações semióticas das operações aritméticas: adição, subtração, multiplicação e divisão. É coordenada pela professora Maria Alves, do Departamento de Metodologia da Educação da UFPB. A partir da análise das representações utilizadas por estudantes na execução de tarefas ligadas à matemática, a pesquisa busca identificar as formas de linguagem mais adequadas para o processo pedagógico. A repórter Rayssa Melo entrevistou a professora Maria Alves sobre a pesquisa.

domingo, 11 de setembro de 2016

Artista cria desenhos sobre selfies colhidos no Facebook (ed. 10/9/2016)

Descrição para cegos: foto em close de Chico Dantas.

Até a próxima sexta-feira, Chico Dantas expõe Sobre Faces, na Galeria Lavandeira, no Centro de Comunicação Turismo e Artes da UFPB. A mostra reúne uma série de desenhos em pincel baseados em selfies postados no Facebook. Em seu trabalho, o artista buscou realçar as expressões caricatas e máscaras que vestimos quando tiramos fotos e as propagamos nas redes sociais. O repórter Lucas Campos entrevistou Chico Dantas para o Espaço Experimental.